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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Seres Racionais?

Seres Racionais?

Estou numa fase da minha viagem, em que procuro encontrar o sentido da vida, encontrar o meu caminho. 
Questiono muito.
Pergunto o que  já todos perguntamos:
- O que é que eu quero?
- O que se espera de mim?
- O que faço aqui?

O barulho interior que estou a viver dificulta a que oiça a resposta. 
Conseguimos muito bem identificar o que não queremos. Identificar o que queremos, é mais complicado.

Posso estar mais sensível devido a esta fase de interrogação que estou a viver.
Não consigo ficar indiferente quando olho ao meu redor e vejo o alvoroço do "mundo". 
O mundo pode ter estado sempre assim e só agora ter-me apercebido. Pode! Pode ter sido só agora que tive a coragem de perceber o que está a acontecer.
Será que não aprendemos com as experiências falhadas anteriormente?
O mundo já viveu experiências horrendas, parece que nós, seres racionais  não aprendemos.

Analiso o comportamento humano, e não posso deixar de ficar apavorado com as atitudes que seres racionais, pelo menos têm esse estatuto, provocam.

Qual motivo de tanta agitação, ansiedade, violência?
Agressividade procurada e provocada por seres que se identificam como animais racionais. 
É racional procurar a violência, destruição?
Não há nada que em consciência justifique o procurar e o utilizar da violência e destruição.
Porque procuramos e provocamos situações de conflito?
O que nos assusta?

A mente e o ego, ardilosos, convencem-nos com as suas artimanhas e astúcias, que todos querem o nosso mal. 
Somos obrigados a defendermo-nos. Aliciam-nos com promessas de fama, poder, dinheiro... 
Instigam que temos que provocar deliberadamente o mal e o sofrimento, para obtermos a prometida fama e poder. Se não nos defendermos, perdemos.
Embriagados pela promessa de poder, não escutamos a voz da razão, ignoramos a consciência.

Em consciência, sabemos que desta experiência nada levamos connosco. Sabendo disso, porque criamos tanto mal?

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Escolho continuar a ser!

Escolho Continuar a ser!


Nesta viagem que escolhemos para viver mais uma experiência de vida que irá contribuir para a nossa evolução, sem nos apercebermos, estamos constantemente a decidir.
Aparentemente, há decisões que nos parecem inocentes, no entanto, todas elas são uma escolha do nosso caminho.
Já ouvimos a frase que uma pequena mentira pode ter graves consequências. Esta realidade também se aplica às decisões. Uma decisão é uma escolha, uma escolha de caminhos.
Há escolhas mais fáceis do que outras, provavelmente é a dificuldade da escolha que que as torna em grandes ou pequenas, sem analisamos as suas consequências.
Uma pequena escolha pode resultar em grandes consequências. Por isso insisto que todas as escolhas sejam em consciência. A consciência sabe tudo.
No decorrer desta minha viagem, gosto de lhe chamar assim, tive que fazer escolhas.
Não posso afirmar se as escolhas foram ou não boas, desconheço os caminhos a que as outras opções me levariam.
Hoje, porque conheço o caminho das escolhas que fiz, pondero se em algumas decisões não deveria ter optado de forma diferente.
No entanto desconheço por completo se o caminho seria melhor.
Acredito que somos nós quem escolhe, decide o nosso caminho. Sou da opinião que há determinados "pontos" da nossa viagem pelos quais temos que passar. Somos como que empurrados para esses pontos.
Numa decisão importante, muito importante para mim, percebi que tinha que "criar", altera o rumo para não desistir de ser. Estava a desistir.
Escolhi abrir uma porta que me levará a um caminho que como os outros desconheço. Sou eu quem o vai ter que construir.
Olhar o futuro com os olhos da mente, escolha provoca ansiedade.
É a matreira da mente a falar com todas as suas artimanhas que me deixa ansioso. Antes a ansiedade do que deixar de ser.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

9 Junho 2012 - Vida

Às vezes a vida parece muito difícil. Fazemos a vida difícil com a nossa ansiedade e com o ruído da mente... Eu sei, não é fácil.

Complicamos  a vida. A ansiedade do nosso dia a dia, as exigências do trabalho, a necessidade de colocar comida na mesa, as vontades do nosso ego, o carro do vizinho que é mais vistoso que o nosso. A mente constantemente a atormentar-nos...
Será que precisamos mesmo?
Sei que não é fácil. Mas... Será que precisamos mesmo de nos auto-premiar?
O que vivemos da natureza que nos acolhe?