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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Pensamento 18/11/2015 - 09:45

"Eu estimo a beleza em mim e nos outros."


Existe um ditado na antiga tradição védica da Índia: "Se queres recriar o mundo, olha para ele com uma visão nova.".

Tem a intenção de olhar algo como se fosse a primeira vez.
Vamos olhar sem a camuflagem das memórias.
Às vezes, o mais difícil é ver verdadeiramente alguém que já conhecemos há muito tempo, como o nosso companheiro, filho ou amigo. Como assumimos que sabemos quem eles são, deixamos de olhar e paramos de ver.
É importante que também olhes para ti mesmo, como se olhasses pela primeira vez.
Partimos sempre do princípio que nos conhecemos a nós mesmos, mas como estamos a descobrir quem somos, somos muito mais do que o nosso limitado ego-mente pode imaginar.
Através dos olhos de teu verdadeiro eu,  aplica algum tempo para te apercebers quem tu realmente és.
És verdadeiramente magnífico.



From Deepak Meditations

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Um Mundo Unido



Um Mundo Unido!

IGUALDADE, só num mundo que não esteja dividido, por fronteiras.

Se o própria organização do "Mundo", incentiva à diferenciação, não é de estranhar que os povos, as gentes, diferenciem por cores, culturas, religiões...
Faz parte de nosso ser, desconfiar do que desconhece.
O instinto de sobrevivência leva-nos a sentir que tudo o que é "diferente" possa ser uma ameaça.
Reagimos agressivamente, para nossa protecção,
Julgamos o próximo por aquilo que somos.

Escolhemos disputar em vez de encontrar uma solução.
Só quando não existirem divisões, separações, diferenças é que existirá IGUALDADE.
Não existindo "diferenças", há igualdade.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Seres Racionais?

Seres Racionais?

Estou numa fase da minha viagem, em que procuro encontrar o sentido da vida, encontrar o meu caminho. 
Questiono muito.
Pergunto o que  já todos perguntamos:
- O que é que eu quero?
- O que se espera de mim?
- O que faço aqui?

O barulho interior que estou a viver dificulta a que oiça a resposta. 
Conseguimos muito bem identificar o que não queremos. Identificar o que queremos, é mais complicado.

Posso estar mais sensível devido a esta fase de interrogação que estou a viver.
Não consigo ficar indiferente quando olho ao meu redor e vejo o alvoroço do "mundo". 
O mundo pode ter estado sempre assim e só agora ter-me apercebido. Pode! Pode ter sido só agora que tive a coragem de perceber o que está a acontecer.
Será que não aprendemos com as experiências falhadas anteriormente?
O mundo já viveu experiências horrendas, parece que nós, seres racionais  não aprendemos.

Analiso o comportamento humano, e não posso deixar de ficar apavorado com as atitudes que seres racionais, pelo menos têm esse estatuto, provocam.

Qual motivo de tanta agitação, ansiedade, violência?
Agressividade procurada e provocada por seres que se identificam como animais racionais. 
É racional procurar a violência, destruição?
Não há nada que em consciência justifique o procurar e o utilizar da violência e destruição.
Porque procuramos e provocamos situações de conflito?
O que nos assusta?

A mente e o ego, ardilosos, convencem-nos com as suas artimanhas e astúcias, que todos querem o nosso mal. 
Somos obrigados a defendermo-nos. Aliciam-nos com promessas de fama, poder, dinheiro... 
Instigam que temos que provocar deliberadamente o mal e o sofrimento, para obtermos a prometida fama e poder. Se não nos defendermos, perdemos.
Embriagados pela promessa de poder, não escutamos a voz da razão, ignoramos a consciência.

Em consciência, sabemos que desta experiência nada levamos connosco. Sabendo disso, porque criamos tanto mal?

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

15 Maio 2012 - O Bem e o Mal

O nosso mundo seria melhor se olhassemos para as semelhanças e não para as diferenças.

Quando analisamos, criticamos, devemos primeiro olhar para nós e verificar se não sofremos dos mesmos erros. Não devemos procurar o que está mal, mas o que está bem. 

Somos negativos por natureza. Conseguimos perfeitamente definir o que não queremos, mas temos muita dificuldade em dizer o que queremos.

Há um exercício que costumo fazer:
Diz três coisas que queiras na tua vida.
Diz três coisas que não queiras na tua vida.
Se estivermos atentos, a resposta à segunda pergunta é muito mais rápida e completa do que a primeira. Geralmente há uma enorme dificuldade em responder à primeira questão.
Isto, porque sabemos o que não queremos, mas temos muita dificuldade em saber o que queremos.